quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Previsão de horários 2009/ 2

NOITE

SEGUNDA

TERÇA

QUARTA

QUINTA

SEXTA

DISCIPLINALingüística AplicadaLiteratura Brasileira – do Realismo ao Pós-ModernismoIntrodução aos Estudos Sintáticos da Língua PortuguesaCrítica Literária

Literatura Brasileira Contemporânea

NºALUNOS221118 24

17

m
NOITE

SEGUNDA

TERÇA

QUARTA

QUINTA

SEXTA

DISCIPLINAEstágio Curricular em LP IIEstágio Curricular em LP IIEstágio Curricular em LP IIICrítica LiteráriaLiteratura Brasileira Contemporânea
NºALUNOS338 "

"

m
TARDE

SEGUNDA

TERÇA

QUARTA

QUINTA

SEXTA

DISCIPLINAEstágio Curricular em LP IIIEstágio Curricular em LP IV
NºALUNOS8

3

m

NOITE

SEGUNDATERÇA QUARTAQUINTASEXTA
DISCIPLINAEstágio Curricular em LP I
NºALUNOS1

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Leituras 2009-2

Literatura Brasileira - do Realismo ao Pós-Modernismo

  • ASSIS, Machado de. Quincas Borba. Porto Alegre: Klick, 1999.
  • AZEVEDO, Aluísio de. O cortiço. São Paulo: Ática, 1986.
  • ANDRADE, Oswald de. Memórias sentimentais de João Miramar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.
Crítica Literária

CONTOS
  • FLAUBERT, Gustave. "Um Coração Simples"
  • FONSECA, Rubem. "Copromancia"
  • MAUPASSANT, Guy de. "A Mãe dos Monstros"
  • SCOTT, Frances. "O Curioso Caso de Benjamin Button"

ROMANCE
  • AMADO, Jorge. Capitães da Areia. Rio de Janeiro : Record, 2002.
  • SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo : Cia. das Letras, 2005.

Literatura Brasileira Contemporânea

  • RAMOS, Graciliano. Vidas secas. São Paulo : Livr. Martins, 1968.
  • LISPECTOR, Clarice. A hora da Estrela. Rio de Janeiro : F. Alves, 1993.
  • GULLAR, FERREIRA. Poema sujo. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006.
  • SUASSUNA, Ariano. O santo e a porca. Rio de Janeiro : J. Olympio, 2002.
  • RUFFATO, Luiz. Eles era muito cavalos.Rio de Janeiro: Record, 2007.

Disciplinas ministradas pela Profª Mª Ana Lariça de Mello.

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Língua Portuguesa

Última flor do Lácio, inculta e bela,/ És, a um tempo, esplendor e sepultura:/ Ouro nativo, que na ganga impura/ A bruta mina entre os cascalhos vela.../ Amote assim, desconhecida e obscura,/ Tuba de alto clangor, lira singela,/ Que tens o trom e o silvo da procela/ E o arrolo da saudade e da ternura!/ Amo o teu viço agreste e o teu aroma/ De virgens selvas e de oceano largo!/ Amo-te, ó rude e doloroso idioma,/ Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"/ E em que Camões chorou, no exílio amargo,/ O gênio sem ventura e o amor sem brilho! (Olavo Bilac)

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